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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Hula Hula...

Nós temos que jogar as sementes em solo fértil, onde tudo nasce, tudo cresce. Estou curtindo muito semear sementes de beleza, arte e espiritualidade aqui no blog. Devagarinho elas estão começando a brotar.

Estranho seria se eu não me apaixonasse por isso aqui, onde eu posso ter a minha praia particular, onde eu posso montar o meu altar de areia para rezar para minha santinha Santta Alegria.

Aqui o mundo fica pequeno demais. Aqui a alma é poliglota. É perfeito para quem tem uma lua em Sagitário e que se sente bem jogando a sua flecha bem longe, além do horizonte. É uma delícia receber gente nova do outro lado do mundo e melhor ainda, meus pares, apenas aquelas que têm ressonância com a minha frequência vibracional.

Tem tão pouco tempo que achei esse lugar e não sabia que aqui poderia ser o meu lugar, que aqui poderia ser a minha praia. Amo isso aqui e quem ama cuida. Não quero qualquer imagem, não quero qualquer mensagem. Quero a excelência, quero o carinho, quero o esmero, quero o cuidado. Quero maravilhar e ser maravilhada. 

Fico sempre muito intrigada com isso. Quando alguém está doente, passando por momentos mais delicados na saúde e coloca isso em sua página virtual, sinto uma reação muito estranha da grande maioria das pessoas. Em suas postagens mais amenas, mais positivas, mais alegres, mais "gostosas" vamos dizer assim, quase não existem curtidas ou comentários. Em compensação, na postagem que fala do seu sofrimento existem inúmeras curtidas e comentários. 

Fico sempre me perguntando porque isso? Porque as pessoas se juntam mais nos momentos mais tristes? Porque essa atração pelo sofrimento? Porque essa necessidade de compartilhar mais a tristeza e menos a alegria? 

É porisso que existe tanto sofrimento no mundo. A grande maioria se reúne mais em volta dele, cultuando, celebrando, como se batessem palmas. Como se ficassem de joelhos oferecendo ajuda e apoio para suportar o sofrimento. Porque não ficam de joelhos oferecendo ajuda e apoio para criar a alegria? Quando se coloca a maior atenção no lado triste da vida ele só cresce. Cada vez mais.

Eu sinto que o sofrimento está em um pedestal e a alegria jogada no subsolo, no sótão, nos bastidores. O lado alegre da vida nunca está no palco. Ele é figurante. É invisível. Nem sabem que ele existe. Nem sabem que é ele que cura. 

Outro dia eu li um texto de um escritor com alguns conselhos pra quem quer também ser um escritor e alcançar muitos leitores. Ele dizia que não adianta você ficar falando de quanto que a sua vida é boa e de quanto que tudo na sua vida é lindo. Não adianta você ficar falando só de suas alegrias e poesias que ninguém está interessado nisso. 

Ele disse que quem quer ser lido por muita gente tem que ser vulnerável, tem que se abrir e falar das suas tristezas, das suas sombras, das suas dores. As pessoas se identificam com isso e querem ouvir você falar sobre as mesmas coisas que elas têm, que elas sentem. E dizem: "Nossa, ela disse tudo que penso. Ela é gente como a gente". 

Quando eu pinto, eu não quero pintar a dor do mundo. Quando eu escrevo, eu não quero escrever sobre a dor do mundo. Eu não quero falar sobre as coisas mais densas que as pessoas têm ou sentem, como o sofrimento, a dor, a tristeza. De tudo isso elas já sabem muito, até porque o mundo não as deixa se esquecerem disso nunca. 

Eu quero falar sobre as coisas mais leves que as pessoas não têm, não sentem ou já se esqueceram, como a luz, a cor, a alegria. E disso ninguém as ajuda a se lembrarem. Mesmo que eu tenha só cinco leitores aqui, mesmo que eu conte nos dedos o número de pessoas que estão interessadas nesse meu papo de alegria, mesmo assim, é sobre ela que eu quero falar. 

Todos temos dentro de nós a sombra e a luz, a tristeza e a alegria. Se é para ser vulnerável, ao invés de ser com o lado sombrio, porque não com o lado luminoso? Se é para se conectar, ao invés de fazer isso com o fio da tristeza, porque não com o fio da alegria? 

Dessa forma a luz acende, aumenta, cresce, expande e toma conta de tudo. A energia muda e ao lerem algo sobre a alegria vão se identificar com ela porque ela existe também dentro de cada um de nós. Vão dizer assim: "Nossa, ela disse tudo que penso. Ela é gente como a gente".

Pra curar uma tristeza, beba alegria. Pra todo veneno há um antídoto. Tudo tem um jeito. De um abacaxi, faça um Hawaí. Se você houve um reggae, um Hula Hula, ou coisa parecida e não sente nada, então já está morto. Aloha! 


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